Hoje resolvi falar de um tema de estranha importância. Estava discutindo com um colega sobre a colaboração do paciente com o tratamento proposto.
É verdade que a fisioterapia possui resultados excelentes e auxilia na recuperação de muitos casos. Entretanto algo que precisa ficar claro é a importância do paciente no tratamento.
Não digo do paciente acamado, ou aquele que perdeu os movimentos. Digo do paciente não colaborativo, do que se recusa a realizar as atividades propostas e não segue as orientações.
Fisioterapia é equilíbrio, paciente e fisioterapeuta precisam estar em equilíbrio. Costumo falar para meus pacientes que não adianta eu fazer 1h de fisio e ele passar as outras 23h do dia em postura inadequada, ou fazer fisio 3x na semana e passar os outros 4 dias parado.
A falta de cooperação atrapalha nos resultados do paciente, frusta o fisioterapeuta e a família. Por isso o paciente deve ser orientado sobre a importância de confiar no profissional e colaborar com o tratamento. Cabe também ao profissional dar segurança ao paciente, esclarecer todas as dúvidas e buscar uma constante atualização para aperfeiçoar seu atendimento.
Fisioterapeuta formada pela Universidade de Santo Amaro e pós graduada pela Universidade Cidade de São Paulo. Realizo atendimento domiciliar nas diversas áreas de fisioterapia,atendimento á adultos, crianças e idosos. Especializada em RPG, Pilates e Pediatria. Este blog tem como objetivo mostrar um pouco do nosso trabalho e servir como meio de comunicação com os interessados pelos temas postados. Dra. Elis Pinheiro (9712-22106/9643-61549)
quarta-feira, 11 de junho de 2014
segunda-feira, 9 de junho de 2014
FISIOTERAPIA É EFICIENTE: SAIBA COMO IDENTIFICAR SE ESTÁ SENDO BEM FEITA
Infelizmente já ouvi muitos comentários do tipo “fiz fisioterapia e não melhorei” ou “fisioterapia não funciona”. Então nesta coluna gostaria de, muito mais do que defender a minha profissão, alertar o leitor para que possa reconhecer quando não está recebendo um tratamento fisioterapêutico adequado e assim reivindique o seu direito de ser bem atendido.
O ultrasom, TENS (aquele aparelho que dá uma espécie de “choque”), laser, luz infravermelha, ondas curtas e outros equipamentos são recursos utilizados na fisioterapia para combater principalmente processos inflamatórios e dor. Porém o tratamento não pode se basear apenas no uso desses equipamentos pois será incompleto e não terá bons resultados a longo prazo.
Vamos olhar por exemplo um caso de síndrome da banda iliotibial, problema que gera dor na lateral do joelho de corredores. A causa principal dessa síndrome é uma fraqueza do músculo da lateral do quadril e um desalinhamento do joelho na corrida. O uso do TENS e do ultrasom irá diminuir a inflamação e melhorar a dor, mas não tratará a causa do problema. O tratamento só será completo e efetivo se o músculo que está fraco for fortalecido e houver a correção do desvio do joelho na corrida com exercícios educativos.
Não ter um atendimento individualizado e ficar passando de aparelho em aparelho não é fisioterapia de qualidade e o conselho regional de fisioterapia de São Paulo está até fazendo uma campanha de conscientização sobre esse assunto. Em publicação em uma de suas revistas desse ano o conselho orientou os profissionais a não utilizarem somente equipamentos em suas consultas e sim orientar exercícios aos pacientes para que a patologia seja tratada de forma específica e eficaz.
Cada problema exige um cuidado especial. De nada adianta o alongamento de panturrilha em um caso de síndrome do banda iliotibial. Exija uma avaliação e um tratamento individualizado e específico para o seu caso.
A fisioterapia é capaz de restaurar a função do corpo de maneira fantástica se aplicada da forma correta. O tratamento deve se basear no combate à causa do problema e não somente na diminuição dos sintomas. Desta forma os resultados são bons e duradouros.
O ultrasom, TENS (aquele aparelho que dá uma espécie de “choque”), laser, luz infravermelha, ondas curtas e outros equipamentos são recursos utilizados na fisioterapia para combater principalmente processos inflamatórios e dor. Porém o tratamento não pode se basear apenas no uso desses equipamentos pois será incompleto e não terá bons resultados a longo prazo.
Vamos olhar por exemplo um caso de síndrome da banda iliotibial, problema que gera dor na lateral do joelho de corredores. A causa principal dessa síndrome é uma fraqueza do músculo da lateral do quadril e um desalinhamento do joelho na corrida. O uso do TENS e do ultrasom irá diminuir a inflamação e melhorar a dor, mas não tratará a causa do problema. O tratamento só será completo e efetivo se o músculo que está fraco for fortalecido e houver a correção do desvio do joelho na corrida com exercícios educativos.
Não ter um atendimento individualizado e ficar passando de aparelho em aparelho não é fisioterapia de qualidade e o conselho regional de fisioterapia de São Paulo está até fazendo uma campanha de conscientização sobre esse assunto. Em publicação em uma de suas revistas desse ano o conselho orientou os profissionais a não utilizarem somente equipamentos em suas consultas e sim orientar exercícios aos pacientes para que a patologia seja tratada de forma específica e eficaz.
Cada problema exige um cuidado especial. De nada adianta o alongamento de panturrilha em um caso de síndrome do banda iliotibial. Exija uma avaliação e um tratamento individualizado e específico para o seu caso.
A fisioterapia é capaz de restaurar a função do corpo de maneira fantástica se aplicada da forma correta. O tratamento deve se basear no combate à causa do problema e não somente na diminuição dos sintomas. Desta forma os resultados são bons e duradouros.
Fonte: Globo Esporte
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Semana Nacional do Doador Voluntário de Sangue
Para doar sangue é preciso levar um documento original com foto e atender a alguns requisitos. O voluntário deve pesar no mínimo 50 kg, ter idade entre 16 e 69 anos (menores de 18 anos devem apresentar autorização por escrito de um dos pais ou responsável legal), apresentar boas condições de saúde, estar bem alimentado e descansado. Não pode ser doador quem está amamentando (se o parto ocorreu há menos de 12 meses), quem fez tatuagem no último ano ou quem ingeriu bebida alcoólica nas últimas 4 horas também não pode ser um doador.
Novembro Azul
Segundo o Inca, no Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens, atrás do câncer de pele. Em valores absolutos, é o sexto tipo mais comum no mundo e o mais prevalente em homens, representando 10% do total de cânceres. A taxa de incidência do câncer de próstata é seis vezes maior nos países desenvolvidos em comparação aos países em desenvolvimento.
Na fase inicial, o câncer da próstata não costuma apresentar sintomas. Quando surgem são parecidos com os do crescimento benigno da próstata: dificuldade de urinar e necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou a noite. Na fase avançada, a doença pode provocar dor nos ossos, problemas para urinar e, quando mais grave, infecção generalizada ou insuficiência renal.
O tratamento vai depender do estágio da doença, e pode ser feito com cirurgia, radioterapia, tratamento hormonal e algumas vezes apenas observação médica.
FONTE: http://www.brasil.gov.br
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Dia Mundial da Alimentação
O tema oficial do Dia Mundial da Alimentação – anunciado no início de cada ano pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) – dá foco à data e ajuda a aumentar a compreensão de problemas e soluções na busca pela erradicação da fome.
Hoje quase 870 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de desnutrição crônica. Modelos insustentáveis de desenvolvimento estão degradando o meio ambiente, ameaçando ecossistemas e a biodiversidade que serão necessários para garantir o fornecimento de alimentos no futuro. Os clamores por profundas mudanças em nossa agricultura e nosso sistema alimentar se tornam mais frequentes e mais insistentes.
Como se pareceria um sistema alimentar sustentável? É possível passarmos da situação atual para essa proposta? O que precisaria ser mudado para nos mover nessa direção? O Dia Mundial da Alimentação 2013 é uma oportunidade para explorar essas e outras questões, e ajudar a fazer acontecer o futuro que nós queremos.
FONTE: www.fao.org.br
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Fisioterapia Domiciliar
A fisioterapia domiciliar é uma prática que vem crescendo muito em diversos países, como o Brasil.
São diversos os motivos que levam o paciente ou sua família a optar pelo serviço de fisioterapia domiciliar, em vez do atendimento convencional em uma clínica de fisioterapia, sendo esses motivos desde uma incapacidade físico-funcional, como uma restrição ao leito, até a comodidade e praticidade desse tipo de atendimento.
O paciente não terá que se locomover até a clínica, tendo muitas vezes que enfrentar trânsito e congestionamento, e poderá escolher o melhor horário para o atendimento no conforto de sua residência, com a sua família, local onde se sente mais seguro e à vontade, fatores que influenciam positivamente no tratamento. Há ainda casos em que o paciente encontra-se restrito ao leito, condição que exige da família maiores demandas de trabalho para o seu deslocamento ao atendimento fisioterapêutico em uma clínica. Ou ainda em outros casos de reabilitação de pacientes com restrições motoras, que necessitam de intervenções diárias para estar aptos ao retorno às atividades da vida diária (AVDs). A ação dos cuidados fisioterapêuticos mostra-se como ferramenta de excelência.
Destaca-se, no entanto, que tal proximidade do profissional ao ambiente familiar-domiciliar proporciona, além dos cuidados diretos no tratamento da doença, uma visão do contexto familiar, especificamente às barreiras ambientais e relacionais na prevenção de agravos à saúde do ser cuidado e da família, unidade de cuidados domiciliares. Nesse enlace de cuidados, o fisioterapeuta vislumbra o conhecer o ambiente em que vive o paciente, tornando mais fácil fazer o treino de AVDs e instruí-lo quanto às suas limitações, de modo a proporcionar melhora na adaptação à realidade experienciada nesse momento de fragilidade da saúde.
No entanto, há que se considerar a necessidade de adaptação ao tratamento a ser implementado, considerando a família, o paciente e o fisioterapeuta, exigindo-se para tanto o processo da construção
de uma confiabilidade e respeito mútuo entre os envolvidos. Essa confiabilidade auxiliará nas relações
entre o profissional e a família, quando, em virtude de uma necessidade, o tratamento domiciliar venha
a ser vinculado ao tratamento em clínica.
FONTE:
São diversos os motivos que levam o paciente ou sua família a optar pelo serviço de fisioterapia domiciliar, em vez do atendimento convencional em uma clínica de fisioterapia, sendo esses motivos desde uma incapacidade físico-funcional, como uma restrição ao leito, até a comodidade e praticidade desse tipo de atendimento.
O paciente não terá que se locomover até a clínica, tendo muitas vezes que enfrentar trânsito e congestionamento, e poderá escolher o melhor horário para o atendimento no conforto de sua residência, com a sua família, local onde se sente mais seguro e à vontade, fatores que influenciam positivamente no tratamento. Há ainda casos em que o paciente encontra-se restrito ao leito, condição que exige da família maiores demandas de trabalho para o seu deslocamento ao atendimento fisioterapêutico em uma clínica. Ou ainda em outros casos de reabilitação de pacientes com restrições motoras, que necessitam de intervenções diárias para estar aptos ao retorno às atividades da vida diária (AVDs). A ação dos cuidados fisioterapêuticos mostra-se como ferramenta de excelência.
Destaca-se, no entanto, que tal proximidade do profissional ao ambiente familiar-domiciliar proporciona, além dos cuidados diretos no tratamento da doença, uma visão do contexto familiar, especificamente às barreiras ambientais e relacionais na prevenção de agravos à saúde do ser cuidado e da família, unidade de cuidados domiciliares. Nesse enlace de cuidados, o fisioterapeuta vislumbra o conhecer o ambiente em que vive o paciente, tornando mais fácil fazer o treino de AVDs e instruí-lo quanto às suas limitações, de modo a proporcionar melhora na adaptação à realidade experienciada nesse momento de fragilidade da saúde.
No entanto, há que se considerar a necessidade de adaptação ao tratamento a ser implementado, considerando a família, o paciente e o fisioterapeuta, exigindo-se para tanto o processo da construção
de uma confiabilidade e respeito mútuo entre os envolvidos. Essa confiabilidade auxiliará nas relações
entre o profissional e a família, quando, em virtude de uma necessidade, o tratamento domiciliar venha
a ser vinculado ao tratamento em clínica.
FONTE:
Revista Fisioterapia em Movimento, 2011
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Outubro Rosa
O Outubro Rosa é o mês de conscientização e combate do câncer de mama. De acordo com dados mais recentes do Inca (Instituto Nacional de Câncer), em 2010, 12.705 mulheres morreram de câncer de mama.
O movimento que dura o mês inteiro busca alertar sobre os riscos e a necessidade de diagnóstico precoce deste tipo de câncer, que é o segundo mais recorrente no mundo, perdendo apenas para o de pele.
O nome Outubro Rosa remete à cor do laço que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas, e instituições públicas.
Iniciado na década de 90, nos Estados Unidos, vários Estados tinham ações isoladas de realizações de mamografia e de detecção do câncer de mama no mês de outubro.
Em 2008, o Outubro Rosa chegou ao Brasil por iniciativa da Femama (Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama). O movimento prevê ações durante todo o mês em várias cidades do País.
FONTE: R7
terça-feira, 24 de setembro de 2013
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
EXERCÍCIOS CONTRIBUEM PARA PREVENÇÃO DA TENDINITE
Uma vez instalada, a tendinite se torna difícil de tratar e pode ser, muitas vezes, reincidente. Quando o braço, punho ou o ombro começam a doer, é importante não ignorar o sinal para que ele não se transforme em um diagnóstico da doença. Segundo o chefe do serviço de Ortopedia do Hospital Villa-Lobos Jorge Bitun, apesar de exigir disciplina para lidar com o problema, a tendinite não é imbatível. Exercícios de alongamento e fortalecimento dos tendões podem ajudar na prevenção da doença.
No entanto, cada pessoa possui uma necessidade diferente no que diz respeito à prevenção e tratamento da doença e fatores como a profissão e o biotipo influenciam nesta matemática.
— É necessário adaptar o tendão para suportar o ritmo de trabalho de cada um. Alguém que digita 500 palavras por minuto precisa fazer uma musculação, alongar para deixar o tendão mais forte e assim suportar esse ritmo — diz o ortopedista.
A recomendação deve-se ao fato de que a tendinite nada mais é que uma sobrecarga dos tendões, estrutura que une o músculo ao osso. Uma inflamação que está muito relacionada ao trabalho e que pode acometer qualquer parte do corpo, mas que é mais recorrente nos ombros, punhos, cotovelo, joelho e tornozelo. Pessoas que trabalham com computador devem ficar atentas, pois os movimentos relacionados à digitação podem propiciar o aparecimento de uma tendinite em longo prazo, mas toda atividade que envolve movimento pode provocar uma sobrecarga no tendão.
Algumas empresas já fazem um trabalho de ergonomia a fim de evitar lesões como a tendinite, no entanto, o especialista alerta que tais medidas não são suficientes.
— Hoje existe a orientação ergométrica, mas é um tempo muito pequeno, de dez, quinze minutos. Então isso é muito mais por burocracia, do que por necessidade física.
De acordo com o médico, o ideal é fazer o exercício de alongamento e fortalecimento do tendão por quarenta, cinquenta minutos, três vezes por semana. No caso de pessoas que sofrem com tendinites reincidentes, Bitun recomenda uma mudança de hábitos na rotina, principalmente no ambiente de trabalho. Caso contrário, o tendão vai sofrer outro estresse, o que vai acarretar um novo processo inflamatório, uma volta ao médico, ao tratamento com anti-inflamatórios e fisioterapia.
FONTE: http://www.fisioterapia.com
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